Inteligência em saúde: como implantar soluções diferenciadas a partir da identificação de grupos de riscos?

Inteligência em saúde: como implantar soluções diferenciadas a partir da identificação de grupos de riscos?
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Quando os gestores se deparam com os custos altíssimos do plano de saúde de seus funcionários — que podem ter valores elevados também pela má utilização do serviço — sentem que não há muita saída a não ser cortar o benefício.

Será que realmente é preciso chegar a essa decisão tão drástica, que pode impactar negativamente suas equipes? Não é necessário, pois com a gestão inteligente em saúde, as empresas podem driblar essa situação.

E não estamos falando de negociar valores com as operadoras, mas sim de mudar o comportamento dos usuários, identificando os grupos de risco e propondo ações específicas.

Quer entender melhor do que se trata essa estratégia? Acompanhe nosso post e veja como reduzir esses custos de maneira sustentável e ainda oferecer qualidade de vida a seu time!

Qual a importância da gestão inteligente em saúde para as empresas?

Trata-se de uma estratégia essencial para empresas que querem controlar as despesas com o plano de saúde dos funcionários por meio da identificação de grupos de riscos. Os ganhos não são somente econômicos, mas também voltados à qualidade de vida das equipes.

A gestão inteligente em saúde, realizada por uma consultoria especializada, mapeia o perfil de saúde dos usuários, como explica Katia Volpi, superintendente de novos negócios e relacionamento com cliente da AxisMed. “Quando identificado o perfil de saúde, a empresa poderá criar estratégias para cada grupo, com ações assertivas para autocuidado e qualidade de vida. Dessa forma, os recursos serão direcionados para ações efetivas, como programas de saúde de acordo com cada necessidade”.

A consultoria, por meio dessa ferramenta de identificação de riscos, consegue aplicar os programas mais adequados, mas só isso não basta: “É preciso ter uma integração das informações de várias frentes, como Medicina do Trabalho, Medicina Ocupacional e Operadora de Saúde. Uma vez integradas as informações, melhoramos a gestão do benefício saúde e a qualidade de vida das pessoas, trazendo as evidências no controle da utilização com reflexo na redução da sinistralidade”, acrescenta Katia.

Pensamento no futuro

As despesas com planos de saúde apertam o orçamento das empresas com os constantes reajustes. Para muitas, fica a incerteza se será possível continuar com o benefício. “O segundo custo mais alto de uma empresa é o benefício de saúde. Em um sistema de saúde privado, em que os custos só aumentam, o controle da sinistralidade se faz cada vez mais necessário. Mas não basta ter o olhar para as contas que já foram pagas, e sim no que podemos evitar que seja um custo maior a médio e longo prazo”, salienta Katia.

Por isso, a inteligência em saúde é tão importante nesse contexto, pois oferece uma solução em que é possível dispender esforços e recursos de forma adequada, trazendo um melhor resultado para as contas da organização e também em relação ao bem-estar dos colaboradores.

O que são grupos de risco? Como identificá-los?

Grupos de risco correspondem a uma população sujeita a determinados fatores ou características que a tornam mais propensa a ter ou a adquirir determinada doença. “Quando identificamos esses grupos, conseguimos promover ações para cada tipo de perfil de risco, o que nos traz maior efetividade nos resultados”, diz a superintendente da AxisMed.

A estratificação dos riscos pode ser feita por meio de um questionário de saúde ou uma ferramenta de BI (Business Inteligence). “A BI utiliza algoritmos bem estruturados que nos mostram os grupos de riscos a serem trabalhados por meio de programas de saúde”, esclarece Katia.

Quais ações podem ser implementadas a partir desses dados?

Com a coleta e análise desses dados, a inteligência em gestão de saúde pode desenvolver ações bem direcionadas, voltadas para quem já é portador de doença, para quem não é, mas não realiza os cuidados preventivos necessários, para aqueles que têm histórico familiar de alguma patologia, entre outros perfis.

A partir disso, é possível implementar programas diferenciados, entre eles:

  • ações de promoção e prevenção a saúde;
  • gerenciamento de pacientes crônicos;
  • saúde mental;
  • acompanhamento de internados e pós-alta;
  • coaching de saúde para mudança de hábitos;
  • gerenciamento de hiperutilizadores;
  • programa de gestantes, etc.

Com o trabalho de uma equipe multidisciplinar, é possível atuar focado nas necessidades dos usuários e propor mudanças de hábitos e de comportamento. Tudo isso vai impactar na saúde do colaborador e no modo como ele passa a utilizar os serviços do plano de saúde, o que reduz os custos de forma sustentável.

Como fazer esse gerenciamento de maneira eficiente?

É um trabalho que envolve diferentes atores, como os colaboradores, lideranças da empresa, pessoal de RH, equipes de saúde das empresas, entre outros profissionais. “Para ter uma gestão de saúde eficiente, é preciso implementar uma cultura em que o colaborador seja responsável por sua saúde. Além disso, é necessário ter o engajamento de lideranças no desenvolvimento de programas e a realização de reuniões periódicas que envolvam não só áreas de saúde, como também RH, Comunicação, Medicina Ocupacional, equipes de saúde, entre outras – detalha a superintendente da AxisMed.

Além do envolvimento das pessoas, é fundamental contar com uma ferramenta de gestão de saúde populacional para fazer a integração dos dados e possibilitar a estratificação de perfil da população. “Com isso, é possível desenvolver as ações e estratégias para serem implementadas”, comenta Katia.

O resultado da identificação desse perfil e implementação de programas traz reflexo no dia a dia dos colaboradores e de seus dependentes, que terão mais qualidade de vida com mudanças de hábitos e farão uma utilização mais consciente do plano de saúde.

Para a empresa, significa não só a redução de custos com a saúde de suas equipes, mas a possibilidade de continuar ofertando esse benefício tão valorizado pelos funcionários. Sem contar que, com o monitoramento e com a realização das estratégias, ela contará com uma equipe mais saudável, motivada e produtiva, o que reduz as faltas e o turnover e aumenta sua produtividade.

Viu só como é possível virar esse jogo e reduzir as despesas com o benefício de saúde dos seus funcionários? O segredo está em contar com uma consultoria estratégica em gestão inteligente em saúde, que vai mapear e monitorar os grupos de risco. Com isso, é possível promover não só a diminuição dos custos, mas também um estilo de vida mais saudável entre as equipes, focado em mudança de hábitos.

Ficou interessado nas soluções para Gerenciamento em Saúde? Entre em contato com a AxisMed e mude o cenário de saúde da sua empresa!

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