gestão da saúde empresarial

Veja como aumentar a eficiência da gestão da saúde empresarial

A gestão da saúde empresarial é fundamental para proporcionar qualidade de vida e bem-estar aos colaboradores dentro da organização.

Nesse sentido, o setor de Recursos Humanos e a área de gestão médica têm um papel fundamental, gerando um grande impacto na empresa, pois é o responsável tanto pelo gerenciamento dos custos de saúde, como no caso dos convênios médicos, atestados e afastamentos, quanto pelo controle de soluções que permitam um melhor controle dos custos com saúde.

Para tanto, a tecnologia se tornou um aliado estratégico das empresas, favorecendo uma gestão da saúde com melhores resultados. Mas, como isso funciona na prática? Para explicar o assunto, conversamos com o CEO da AxisMed, Cesar Rodriguez. Confira!

Entenda a importância da gestão da saúde empresarial

A gestão da saúde empresarial compreende uma série de processos complexos, que envolve o controle de todos os colaboradores da empresa, além dos dependentes e aposentados que continuam no plano de saúde. Ela é essencial para a corporação por tratar exatamente do bem-estar das pessoas, algo vital para qualquer organização que deseja manter a produtividade e reduzir custos, não só os médicos, mas diversos outros.

Por exemplo, se algum colaborador não se sente confortável no ambiente de trabalho, estão desgastados e com a saúde prejudicada, ele pode pedir para sair da empresa. Assim, além dos custos com a demissão, existem os referentes ao recrutamento, seleção e treinamento de um novo profissional.

Neste contexto, Cesar Rodriguez destaca que uma gestão de saúde bem-feita pode oferecer uma visão completa de tudo que acontece, extraindo as conclusões assertivas, principalmente em organizações com um número muito grande de funcionários. Neste sentido, faz toda a diferença contar com recursos como um sistema de Business Intelligence (BI).

Saiba quais são os benefícios de uma gestão eficiente

Uma gestão de saúde eficiente faz toda a diferença para as organizações, uma vez que as informações podem ser integradas em um Comitê de Saúde e em uma mesma plataforma gerencial.

Para Cesar Rodriguez, é uma maneira de se concentrar os diferentes âmbitos da saúde corporativa: saúde populacional, saúde ocupacional, ambulatorial e de segurança do trabalho. “Sem ter uma visão única de todos os ofensores que geram maiores custos, é muito difícil iniciar ações efetivas com uma prioridade lógica em função do impacto em melhoria da despesa sem sacrificar qualidade clínica”, completou.

O Comitê de Saúde também contribui para a análise completa dos indicadores clínicos e financeiros que demonstrem os resultados efetivos da gestão. Para isso, ele deve representar não apenas a área médica da empresa, como também o RH e os gestores do negócio. Inclusive, muitas das ações deste comitê podem reduzir custos em saúde, justamente, por contar com a participação dos gestores e do RH.

Uma gestão eficiente também traz benefícios à medida que o comitê atua alinhado aos objetivos da empresa. Assim, as empresas devem contar com uma estrutura mínima de gestão de saúde empresarial, sendo vista como um investimento “um centro de benefício e não como um centro de custo, já que as ações desta equipe geraram uma grande poupança sobre a despesa prevista nos budgets”.

De qualquer forma, Rodriguez pondera que esses benefícios só são percebidos à medida que as estratégias deixam o plano e são colocadas em ação. Para ele, as ações precisam ser concretas, baseadas em metas e dados, pois, do contrário, será muito difícil que alguma mudança benéfica realmente aconteça.

Conheça os erros na hora de realizar a gestão de saúde

No lado oposto aos benefícios, estão os erros que podem ser cometidos, principalmente, na implementação da gestão de saúde empresarial. O primeiro deles é a falta de informações ou a inadequação delas aos objetivos do projeto. Dessa forma, o resultado é uma tomada de decisão errada, dando uma visão estratégica pouco clara.

Por isso, Cesar Rodriguez destaca que faz toda diferença contar com uma plataforma de BI para gerenciar as informações do comitê em todos os aspectos, sobretudo aqueles relacionados aos custos da gestão de saúde. A ferramenta também oferece conclusões mais acertadas, permitindo que a equipe, de fato, possa controlar os pontos de impacto e tomar as ações necessárias. Do contrário, o que acontece é a implementação de ações negativas ou ineficientes.

Veja quais as principais medidas que podem ser tomadas

Depois de criar um Comitê de Saúde, fica mais fácil ter um controle sobre a gestão dessa situação na empresa. Como Rodriguez já ressaltou, uma plataforma sólida de BI, que integre todos os dados de saúde de todos os âmbitos corporativos, pode ser o próximo passo para integrar as informações e mostrar resultados concretos das ações.

Outras ferramentas, como aplicativos, WhatsApp, e-mail, chat, entre outras, podem ajudar no acompanhamento e na comunicação entre os envolvidos, contribuindo para identificar riscos e orientar para a melhor fora de se aplicar os recursos de saúde. Essas tecnologias permitem agregar um grande número de informações e com um baixo custo para a empresa.

Sistemas integrados de gestão podem ajudar no monitoramento de operações muito complexas e que envolvem um grande número de pessoas. Afinal, em grandes corporações a população de colaboradores pode girar em torno de 50, 70 mil pessoas. Esse tipo de ferramenta também ajuda a acompanhar os protocolos clínicos e o retorno de todos os investimentos realizados.

Por fim, é necessário que existam pessoas capacitadas e os parceiros certos na hora de se implementar tanto um Comitê de Saúde quanto as tecnologias mencionadas. Rodriguez cita o caso da Inteligência Artificial, que pode aproveitar a quantidade de informações para aprender e cruzar esses dados para extrair novas informações. Ou seja, para ele, é necessário haver pessoas que possam se alinhar a essas tendências e evoluir com elas.

A verdade é que, em pouco tempo, tecnologias como o teleatendimento e as ferramentas de BI serão definidores de um novo padrão em gestão de saúde empresarial. E esse novo cenário deve ser um grande desafio para as empresas, mas, ao mesmo tempo, gerar muitas oportunidades.

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