Saúde mental durante quarentena

Como manter a saúde mental durante quarentena? Veja 7 dicas

A atenção com a manutenção da saúde mental durante quarentena é importante para evitar o agravamento dos efeitos da pandemia. Nesse momento, no qual está clara a necessidade de isolamento social para achatar a curva de contaminação, as pessoas ficam apreensivas e sujeitas ao agravamento de quadros depressivos pelo simples fato de estarem isoladas.

Os casos que exigem quarentena são ainda mais delicados, pois o nível de estresse é muito maior para qualquer um que, supostamente, tenha tido contato com o vírus e que, por esse motivo, tenha recebido a indicação de distanciamento.

O entendimento da OMS é que a preocupação com a saúde mental deve incluir todos os indivíduos em isolamento social, o que a levou a compilar 30 dicas para evitar o problema que foram amplamente divulgadas, inclusive pela ONU.

Neste conteúdo, focaremos na atenção às pessoas em quarentena e nas ações que podem ser tomadas para que o apartamento do paciente não gere consequências indiretas, independentemente da contaminação. Confira!

1. Monitore os casos pré-existentes

A saúde mental é altamente influenciada pela rotina moderna. Algumas pesquisas chegam a apontar que elas podem atingir 86% dos brasileiros, sendo que o Brasil é apontado pela OMS como o país com maior número de pessoas ansiosas. 

O mesmo estudo ainda informa que 20% dos profissionais trabalham sobre forte pressão por aqui. Como esses indivíduos se sentem diante da necessidade de afastamento do trabalho? Qual a influência desse aumento da pressão na ansiedade, por exemplo?

O fato é que, independentemente da intensidade e do percentual de atingidos, os indivíduos com tendência de agravamento de quadros mentais alterados precisam ser monitorados, orientados e assistidos.

As práticas de cuidados paliativos, se aplicadas nessas situações, sugerem a necessidade de investigar caso a caso, de modo a identificar e respeitar a natureza de cada um. Algumas pessoas eliminam a ansiedade com informações transparentes e claras sobre a sua situação, outras reagem melhor se não ouvirem nada sobre isso.

Ou seja, você pode tratar o problema com base nos casos mais comuns, o que trará um bom resultado, mas também pode oferecer personalização, se almejar a excelência. 

2. Estimule a manutenção das relações

Esse é o 28° ponto relacionado pela OMS como forma de minimizar os efeitos da pandemia na saúde mental. No documento, ela ressalta que o isolamento físico não é, necessariamente, um afastamento definitivo e total. Felizmente, dispomos de meios tecnológicos para o contato virtual.

Por isso, as lives nas redes sociais se tornaram uma febre depois que nos submetemos ao isolamento social. Alguns hospitais adaptaram equipamentos de telemedicina para permitir o contato com pacientes internados em UTI e seus familiares. Por que uma pessoa em quarentena não poderia usar até mesmo o celular para manter o mesmo tipo de contato?

3. Garanta a continuidade da rotina

O mundo moderno oferece opções diversas para que boa parte das atividades diárias possa ser executada virtualmente. Além disso, muitas tarefas podem ser assumidas para ocupar o tempo — de cuidar da casa até participar de cursos e outras formas de capacitação e qualificação, como workshops.

Inúmeras empresas e profissionais passaram a oferecer acesso gratuito, como as plataformas digitais e serviços de streaming, por exemplo. Porém, o ideal é focar na manutenção das atividades com as quais cada um está acostumado, pois isso minimiza os efeitos da quarentena. Ainda que nem tudo possa ser mantido, quase toda atividade pode ser adaptada de algum modo.

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4. Promova a prática de exercícios físicos

É desnecessário entrarmos em detalhes sobre a influência dos exercícios físicos na saúde mental. A ativação do metabolismo e da produção natural de vários hormônios melhoram substancialmente as chances de evitar — ou minimizar — um quadro de ansiedade ou depressão. 

Contudo, mesmo os mais habituados aos exercícios físicos podem se sentir desestimulados em fazê-los em uma situação de quarentena, ainda que disponham em suas residências dos equipamentos que precisam. Por isso, qualquer estímulo é muito bem-vindo nessa condição.

5. Desenvolva uma comunicação positiva

Teorias da conspiração e cenários catastróficos são sedutores para muitas pessoas e altamente influentes nas com tendência a alguma alteração do estado mental. Embora não tenhamos como evitar as fake news, podemos perfeitamente garantir uma comunicação positiva, informativa e esclarecedora, que evite essa interferência negativa.

É muito fácil usar o tempo ocioso para buscar informações e tirar conclusões. Qual o médico que não atendeu um paciente frustrado com o fato de errar no seu próprio diagnóstico? Milhares deles chegam às consultas certos sobre o tipo de tratamento que precisam, pois compararam os seus sintomas com as referências, nem sempre confiáveis, que consultaram.

Além disso, é preciso evitar, ou ao menos diminuir, a incidência de notícias negativas e pessimistas. Isso não significa negar informação realista sobre a gravidade da situação, mas evitar a exposição contínua, exagerada e exclusiva de uma realidade que não gostaríamos de viver.

Também temos casos de superação, dados relevantes sobre a quantidade de pessoas em quarentena que não revelaram nenhum problema e várias outras notícias que ajudam a equilibrar a relação entre positividade e negatividade.

6. Cuide dos profissionais da saúde

Para quem está na linha de frente o estresse não é menos preocupante, muito pelo contrário. Por isso, sem se esforçar pelo bem-estar dos colaboradores, para que os profissionais trabalhem nas melhores condições possíveis, não podemos esperar que eles se mantenham mentalmente saudáveis, tão pouco que consigam desenvolver o atendimento humanizado que os pacientes precisam para minimizar a ansiedade. 

Os líderes envolvidos na gestão precisam contar com as ferramentas certas e focar na proteção em relação ao estresse crônico, como uma visão de longo prazo. A equipe precisa de informação confiável e de acesso ao serviço de proteção psicossocial.

7. Conte com a AxisMed

A AxisMed atua com uma abordagem consultiva na gestão de ações preventivas e de acompanhamento que são fundamentais diante do quadro da pandemia, além de contar com a AxisHealth, uma plataforma de serviços de saúde.

Atuamos com base em dados da população a ser assistida e cada pessoa participante é abordada de modo personalizado e remoto, garantindo o distanciamento, mas evitando o isolamento.

Como essa é uma prática comum ao trabalho rotineiro na AxisMed, uma vez que o contato sempre foi feito por telefone ou meio digital, a experiência adquirida pode ser usada para levar conforto, informação e diminuir a exposição ao estresse de uma quarentena, direcionando cada indivíduo para a abordagem mais eficiente, por exemplo: identificando possíveis casos de agravamento da saúde mental e acionando a equipe de atendimento. 

Assim, concluímos com nossa manifestação do desejo de oferecer muito mais para ajudá-lo a manter a saúde mental durante quarentena do grupo de pessoas sob os efeitos de sua liderança. Conte com nossa experiência, estrutura e metodologia.

Para saber melhor como podemos ajudar, entre em contato conosco e entenda como fazemos isso!

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